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Deputado Geraldo da Rondônia fez parte da Comissão Temporária Especial que ouviu representantes

Por Assessoria de Comunicação, 19/04/2017 12h56
 (Foto: Assessoria)
Foto: Assessoria

Deputado Geraldo da Rondônia fez parte da Comissão Temporária Especial que ouviu representantes do Hospital de Câncer

O objetivo da Comissão Temporária Especial foi averiguar possível ingerência no credenciamento do Hospital de Câncer de Barretos (HCB) na nova unidade denominada Hospital da Amazônia, em reunião na tarde desta segunda-feira (17), presidida pelo deputado Hermínio Coelho (PDT), foi ouvido o diretor da Fundação Pio XII, Henrique Prata, que falou sobre o andamento do processo junto ao Ministério da Saúde (MS).
O deputado Hermínio Coelho disse que o convite surgiu devido à informação de que haveria políticos interferindo no credenciamento do Hospital de Câncer da Amazônia junto ao Ministério da Saúde. Sabendo da importância e referência do HCB para Rondônia, Hermínio pediu esclarecimentos ao convidado da comissão.
O deputado Geraldo da Rondônia (PSC) disse já ser colaborador da entidade e no que depender de seu empenho, estará à disposição, especialmente por tantas pessoas que sofrem com câncer no Estado e necessitam de melhor atendimento.
O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB), salientou o empenho dos deputados para liberação de emendas para construção do Hospital da Amazônia, acrescentando que estão trabalhando no compromisso de cumprir com R$ 10 milhões para a obra. “A obra é importante para que os rondonienses não precisem viajar mais de 3mil km para buscar tratamento”, acrescentou.
O presidente da Fundação Pio XII, Henrique Prata, disse que se vive um momento triste, pois o Hospital da Amazônia, uma extensão do Hospital de Barretos, é um investimento de R$ 100 milhões totalmente de capital privado, sem dinheiro público, exceto algumas emendas, sendo um modelo e referência no tratamento em toda a América Latina.
Um dos pontos que Prata esclareceu é quanto aos tipos de credenciamento no tratamento, como o Cacon (completo, de alta complexidade) e o da Anacon (tratamento ‘fatiado’, ou apenas um pedaço de serviço), que é o caso atual da clínica São Pelegrino atualmente.
Segundo Henrique Prata, a clínica existente em Rondônia só cumpre dois protocolos dos doze necessários para um paciente em tratamento de câncer “e justamente os dois que dão lucro para o hospital”. Afirmou que destes de processos, o Barretinho trouxe todos, ficando somente de fora a radioterapia.
Ele disse que o Hospital da Amazônia não é para atender somente Rondônia, mas toda a Amazônia. “Somos referência internacional no tratamento de câncer e 100% SUS, gratuito. Temos os melhores equipamentos da América Latina. Não fazemos pela metade, fazemos o que é certo e por inteiro”, acrescentou.
O presidente da fundação Pio XII disse que o ambulatório do Hospital da Amazônia está pronto e fechado por ingerência política. “Poderíamos atender toda a demanda com dignidade”, assegurou. Prata elogiou o governador Confúcio Moura (PMDB) e disse que ele tem cumprido sua promessa em repassar sua parte para custear os tratamentos do anexo do Hospital de Base, que a população chama de Barretinho. Mas, com o Hospital da Amazônia, “teríamos condições de assumir todo o tratamento. Os custos subiriam, mas teria recursos do SUS e também do Estado para custear as despesas”.
O deputado Geraldo da Rondônia ressaltou que a obra representa um avanço importante, sobretudo, para os que lutam contra a doença que, é a segunda maior causa de mortes no Brasil. "O câncer é uma doença devastadora que não escolhe cor, raça, credo e nem condição social”, disse, observando que muitas vezes, a falta de um diagnostico precoce acaba levando a óbito muitos pacientes.
Também fizeram parte da Comissão Temporária os deputados, Jesuíno Boabaid (PMN), Lebrão (PMDB), Dr. Neidson (PMN).

Rosa Bettero

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